No fim, não foi só sobre a Maratona de Tóquio.

Foram fragmentos de bagagens que cada uma carregou até lá.

Cecília levou suas raízes e voltou com respostas.Angela contou sua história e seguiu transformando tudo em movimento e arte.

Duas mulheres. Dois caminhos.E uma mesma linha de chegada, na terra do sol nascente.

Elas correram quilômetros e atravessaram a si mesmas.

Porque a maratona faz isso com a gente.

Ela revela novas versões.

Angela Miracema (Foto: Luciano Muta)

No centro, Neiba Ota que teve a oportunidade de viver de perto a história das duas maratonistas (Foto: Luciano Muta)