2 de novembro de 2026

TESTE — Ancelotti e a experiência em mata-mata

Após a classificação nos pênaltis contra o Japão, Ancelotti fala sobre o peso da experiência, a preparação emocional e o que esperar do próximo jogo.
Neiba OtaNeiba Ota06 de julho de 2026

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Christiane Novaes, 48 anos, advogada e ultramaratonista: de sedentária e fumante a corredora de provas de até 250 km. (Foto: Luciano Muta)

Perguntado sobre o real impacto de ter um elenco experiente em jogos eliminatórios, Ancelotti foi categórico ao afirmar que a vivência em grandes palcos é o diferencial que separa os vencedores nos momentos de maior tensão. A vitória contra o Japão, nos pênaltis, reacendeu o debate sobre maturidade e frieza no futebol de alto rendimento.

Em entrevista após a partida, o treinador foi direto ao ser questionado sobre a escalação e as decisões tomadas no decorrer dos 90 minutos. Para ele, o preparo emocional pesa tanto quanto o físico e o tático quando o jogo entra na reta final.

Não temos jogadores como o Paquetá, o Danilo é diferente, o Martinelli é um extremo, temos tempo para pensar. Como sempre se diz, já pensei, já decidi sobre o tema. Essas horas são apenas de confiança
— destacou o técnico, em entrevista ao Sportv

O peso da experiência

A comissão técnica vem trabalhando a cabeça dos atletas desde o início da preparação. Sessões de vídeo, conversas individuais e simulações de disputa de pênaltis fazem parte da rotina — tudo para que ninguém seja surpreendido pela pressão do mata-mata.

Os números reforçam o discurso: nas últimas cinco decisões por pênaltis, a seleção converteu mais de 80% das cobranças, aproveitamento bem acima da média das competições internacionais.

Fora de campo, a repercussão também foi grande. O presidente Donald Trump confirmou que teve conversas com a Fifa para a suspensão do cartão vermelho recebido por Balogun, atacante da seleção, episódio que dominou as manchetes ao longo da semana.
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O que vem pela frente

Com a classificação garantida, o foco agora se volta para o próximo adversário. A tendência é de que o treinador mantenha a base, preservando os atletas pendurados e dando ritmo a quem vinha de menos minutos.

Nos bastidores, o clima é de confiança — mas sem euforia. A palavra de ordem, repetida por todos, é concentração.

Veja imagens da preparação e da caminhada dos torcedores:

A delegação volta aos treinos na próxima segunda-feira, quando o técnico deve definir os últimos detalhes da escalação.

Assista ao momento decisivo da classificação:

Os pênaltis da classificação
A atividade física é um dos estímulos mais eficazes para a liberação de endorfina pelo cérebro. (Imagem ilustrativa/Reprodução)

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Neiba Ota

Neiba Ota

Jornalista e idealizadora do Papo Endorfina

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